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Sistema de alerta de ângulo morto: o que é e como funciona

Entre os vários dispositivos auxiliares de condução há um que se destaca: o alerta de ângulo morto veio para chegar onde a visão do condutor às vezes falha.


O ângulo morto é a área de visão que o condutor não alcança, quer pelos espelhos exteriores laterais, quer pelo retrovisor traseiro. Nas aulas de condução, dever-se-á aprender a virar a cabeça, mas no dia-a-dia poucos estarão imunes à tentação de mudar de faixa de rodagem recorrendo apenas ao que o reflexo dos espelhos mostra. O resultado pode não ser o esperado, originando desde pequenos toques, onde quem sofre é a chapa, até acidentes graves, com feridos entre os ocupantes... ou pior.

É aí que entra, no capítulo da segurança, o sistema de alerta de ângulo morto. Introduzido no mercado pela primeira vez pela sueca Volvo, num S80, em 2007, o sistema depressa se mostrou tão útil que outras marcas adotaram a tecnologia e, uma década depois, é muito comum encontrar o aviso de ângulo morto até em carros de segmentos mais baixos.

Com funcionam os sistemas de alerta de ângulo morto

Um sistema alerta de ângulo morto permite detetar veículos, pessoas ou objetos num ângulo morto, ou seja, na área que não é abrangida pelo campo visual do condutor e que se encontra obstruída pelos elementos do próprio veículo. Para os detetar, o sistema recorre a sensores que, caso percebam a existência de algo na área de visão oculta, emitem avisos ao condutor.

Que tipo de avisos existem

Os mais comuns são os avisos luminosos que surgem nos próprios espelhos retrovisores: fixos, a avisar que se encontra algo naquela linha; intermitentes, caso tenhamos o sinal de mudança de direção acionado.

No entanto, o alerta pode ser ainda mais incisivo e, ao perceber que o condutor mantém a intenção de mudar de faixa de rodagem, lançar um audível aviso sonoro. Alguns sistemas, os mais avançados que se encontram na maioria das vezes entre opcionais pagos à parte, intervêm ainda na dinâmica do veículo, forçando o volante para a posição de origem, sobretudo quando associado ao assistente de faixa de rodagem; outros, criam vibração no cinto de segurança, por exemplo. No fundo, a ideia é a mesma: chamar a atenção do condutor para o facto de não ter o caminho livre, evitando dessa forma o acidente.

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