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Mazda pretende criar motores a combustão mais eficientes

O objetivo da marca é tornar os seus motores a gasolina tão ecológicos como os elétricos.


Depois de ter sido a primeira a anunciar a produção em série de um motor com ciclo HCCI (Homogeneous Charge Compression Ignition ou ignição por compressão de carga homogénea), a marca japonesa apresenta agora o motor SPCCI (Spark Controlled Compression Ignition ou ignição por compressão controlada por velas). Por outras palavras, este motor consegue dispensar as velas em determinadas situações, funcionado como os motores de ciclo Diesel.

Como funciona um motor SPCCI

Com este tipo de ignição, o motor consegue oferecer um maior binário e um aproveitamento mais completo do combustível. Isso porque nos motores de ciclo Otto, a vela inicia a combustão e a chama propaga-se para o resto da mistura de modo relativamente lento. No Diesel, a compressão faz com que toda a mistura se inflame quase simultaneamente. A queima é muito mais uniforme, o que diminui o desperdício e aumenta a eficiência energética do motor, algo que os fabricantes querem dinamizar nos motores a combustão de forma a fazerem frente aos motores elétricos.

A tecnologia estará disponível no motor SKYACTIV-X que irá equipar a nova geração do Mazda3. Mitsuo Hitomi, responsável pelos grupos propulsores da marca japonesa, disse que o motor SKYACTIV-3 poderá ser tão limpo como um motor elétrico, atingindo uma eficiência energética de 56%.

Falta de eficiência dos motores a combustão

Motor Mazda

A verdade é que motores a combustão são absurdamente ineficientes. De toda a energia contida nos combustíveis, os motores aproveitam apenas uma pequena parte e o resto é literalmente queimado. A proporção média está entre 18% e 20% e os motores de produção mais eficiente chegam aos 40%. O que aproveita melhor o combustível é o motor da Mercedes-Benz para a F1, que atingiu 50% de eficiência energética. Mesmo que tivesse um motor destes por baixo do capot do seu carro, ainda estaria a queimar metade do dinheiro que gasta para o abastecer.

Se conseguir criar um motor de produção que atinja 56% de eficiência energética, será o primeiro fabricante automóvel a realizar essa façanha. E isso bastaria para que o motor SKYACTIV-3 fosse mais limpo do que um elétrico, considerando as emissões na geração de energia elétrica comparadas às que acontecem na extração e no refino do combustível mais as do próprio automóvel.

De qualquer forma, vale sempre a pena realçar que, mesmo que a Mazda consiga aumentar a eficiência energética dos motores de combustão para 56%, a verdade é que 44% da gasolina continua a não ser utilizada. Já nos elétricos, apenas 10% da energia é desperdiçada...

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