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Como funcionam os injetores num motor a gasolina

Um injetor de combustível é uma válvula eletromagnética que, controlada eletronicamente, recebe combustível pressurizado da bomba e injeta-o para o motor.


O injetor é um componente que existe para pulverizar o combustível para a câmara de combustão. A injeção é feita de forma gradual e controlada pela tensão da mola. Num motor de quatro tempos, a injeção é efetuada entre o fim do segundo (compressão) e o início do terceiro (combustão).

A palavra pulverização na sua definição não é usada à toa. É que se imaginava uma mangueira ou mesmo um esguicho a alimentar a combustão esqueça. Todo o sistema existe para que o combustível chegue à câmara de combustão o mais diluído possível, quase como uma fina névoa, facilitando a queima e reduzindo o desperdício. Já a quantidade de combustível lançada de cada vez, depende do tempo que o injetor permanece aberto, algo que, nos dias que correm, é programado e controlado pela ECU (Eletronic Control Unit), que se orienta por um conjunto de sensores que fornecem a esta central de injeção informação em tempo real das necessidades de combustível a cada momento.

A injeção no caso específico da gasolina pode ser indireta ou direta. No primeiro caso, de injeção convencional de combustível, a gasolina é pulverizada no coletor de admissão e injetada na câmara de combustão. Este caminho causa ineficiência na queima e resulta no desperdício de energia utilizável, aumentando o consumo médio e elevando a conta ao final do mês nas bombas de abastecimento.

Daí que a indústria tenha vindo a investir cada vez mais em sistemas de injeção direta (ou estratificada) em que o combustível é injetado diretamente na câmara de combustão, previamente desenvolvida para isso. O facto permite que, mesmo perante uma mistura pobre, recorrendo a apenas uma pequena quantidade de gasolina, a queima se torne possível: é que o injetor "atira" a gasolina diretamente para a vela de ignição dentro da câmara. Só assim se torna possível a combustão de tão pouca gasolina.

A injeção direta começou a ser aplicada por várias marcas para os seus carros a gasolina entre as décadas de 1960/70. No entanto, os iniciais sistemas de injeção direta ainda careciam de uma boa gestão eletrónica. Foi a Honda a primeira a criar um sistema eletrónico capaz com o CVCC (Compound Vortex Controlled Combustion), testado no motor de um cilindro do pequeno N360 (o EA, com uma cilindrada de 354 cc). Foi preciso, porém, aguardar mais de 20 anos para que surgisse o primeiro carro com o sistema de injeção direta eletrónica como é conhecido hoje. O Mitsubishi Galant, na sua oitava geração, destacou-se por uma versão Aspire, em 1998, que estreava os motores GDI (Gasoline Direct Injection).

Diferença entre injeção convencional e direta

Mas o que difere a injeção convencional da direta? Basicamente, nesta última, há um passo do processo que desaparece, tornando o mesmo mais célere. Ou seja, o combustível salta o período de espera que teria de sofrer num motor convencional, sendo lançado diretamente para a câmara de combustão. A mais eficiente queima reduz o consumo ao mesmo tempo que eleva as prestações.

No entanto, não há bela sem senão. E os motores a gasolina de injeção direta revelam níveis elevados de óxido de azoto (NOx), um composto formado por átomos de nitrogénio e oxigénio, extremamente prejudicial quer para o meio ambiente quer para os seres humanos. No entanto, estes sistemas utilizam, hoje, catalisadores especiais para lidar com os níveis notoriamente elevados de NOx e, em relação a outros gases poluentes, estão entre os mais "limpos".

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